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.:Agora:. |
07/10/2009 - 14:34
+/- serve como resposta? Solzinho sem graça, ventando...
Regata como sempre, shorts branco
Chinelos
Acabei de comer uma pizza
Água
...
Promoção Arruma Blog. Clica no link na outra coluna, me dê uma força e participe tb!
"Satan is My Motor" - Cake
Nas provas chegando =C
Uhuuuu! Feliz!!
Tô off
Amanhecer - pela milhonésima vez
Sem jogos por enquanto
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Felicidade (Caetano Veloso)
Felicidade foi se embora
E a saudade no meu peito ainda mora
E é por isso que eu gosto lá de fora
Porque sei que a falsidade não vigora
A minha casa fica lá de trás do mundo
Onde eu vou em um segundo quando começo a cantar
O pensamento parece uma coisa à toa
Mas como é que a gente voa
Quando começa a pensar
***********
"Nem sempre você pode ter o quer, mas se tentar, pode conseguir o que precisa".

Bom... esse texto não é exatamente o que parece. É "muita coisa ao mesmo tempo agora já". É além de um só assunto, mais que uma só idéia. Não o banalizem...
Tem dias em que tudo está meio sem foco, como se os pensamentos e sentimentos fossem águas turvas...
Os pensamentos vêm e vão e simplesmente não se sabe o que fazer com eles. Você olha... até tenta fazer uma análise sobre o assunto, mas nada faz sentido. Aí você pára, dá uma volta, pensa em outras coisas e de repente a ficha cai; faz sentido. Que tudo que acontece tem um por que e que Deus dá o frio conforme o cobertor. Mas se é assim, por que o nó na garganta, o aperto no peito ou a tristeza?
Seria fraqueza? Covardia? Ou uma simples vontade de que tudo fosse incrivelmente mais simples? Pura utopia... mas bem que podia...
Será que tudo isso é a simples vaidade de não se poder fazer tudo o que se deseja, da forma como se deseja? Acho que não...
Observar todas as situações em suas respectivas caixas, todas identificadas e empilhadas, e decidir qual é a melhor opção, qual o melhor caminho a seguir... “E agora José?”. Nem sempre a saída certa seria a escolha do indivíduo; como resolver? Como negligenciar luz da razão e como não sentir a dor do coração? Mas... como conciliar os dois? Há como equilibrar essa balança?
“E agora José?”
...
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A Sua (Marisa Monte)
"Eu só quero que você saiba
Que eu estou pensando em você
Agora e sempre mais
Eu só quero que você ouça
A canção que eu fiz pra dizer
Que te adoro cada vez mais
E que eu te quero sempre em paz
To com sintomas de saudade
To pensando em você
Como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Pois te quero livre também
Como o tempo vai o vento vem
Eu só quero que você caiba
No meu colo porque
Eu te adoro cada vez mais
Eu só quero que você siga
Para onde quiser
Que eu não vou ficar muito atrás
To com sintomas de saudade
To pensando em você
Como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Pois te quero livre também
Como o tempo vai o vento vem
Eu só quero que você saiba
Que eu estou pensando em você
Pois te quero livre também
Como o tempo vai o vento vem
Porque eu te quero livre também
Como o tempo vai o vento vem"

Eu nunca fui lá uma pessoa que escrevesse assim tão bem... nem nunca tive essa pretensão. Tanto que se o Sonhos de Vento realmente for analisado, coitada de mim! No entanto, hoje eu acordei, me sentei na frente do computador - que atualmente tem sido um de meus poucos passatempos -, tomei meu café da manhã enquanto olhava as amenidades na net... e senti uma compulsão diferente. Abri um documento do Word e comecei a escrever sem pensar... e o resultado tá aí embaixo. Como eu disse, sou uma escritora de contos ruim; me dêem um desconto... rs.
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Atônita ainda era pouco... Difícil explicar a confusão dentro da minha cabeça, e o pior, do meu coração. Muito aos poucos vi todos os muros cuidadosa e meticulosamente construídos se desmancharem, um a um, como se nunca tivessem realmente existido. Mas o que é isso afinal?
Eu me vesti como me vestiria para qualquer ocasião. A vaidade foi um sentimento que me veio tardiamente, confesso, mas hoje sou completamente incapaz de me imaginar andando na rua de chinelos, como antes fazia. Calça jeans, regata, saltos, perfume e alguma maquiagem pra dar cor. E eu ainda não acreditava em nada daquilo...
A campainha tocou e lá estava eu frente a frente com o ‘grande monstro adormecido’ que havia dentro de mim. O cheiro que me veio foi o primeiro baque... aquele perfume. “Lá se foram todos os muros”, eu pensei. Seria possível a aparência de alguém mudar tanto em pouco tempo? Não havia mais semelhança com a imagem guardada por minhas lembranças. Fui para a noite ainda incerta de tudo...
Nenhum bom lugar para se ir e isso é típico daqui; e também ruim nesse caso, pois focava a atenção em nós e não em possíveis distrações ao redor. A noite se seguiu entre borboletas no estômago, velhas lembranças, algumas gargalhadas, processos de re-reconhecimento, - assim, escrito dessa forma mesmo - e conversas genéricas sobre as amenidades da vida... Afinal, quem conseguiria manter um diálogo minimamente denso com uma atmosfera daquela? Pelo menos eu não; não do jeito que eu estava. “Eu, patética como sempre”, pensei. Eis que passou aquela estrela caindo do céu num raro espetáculo a ser visto na cidade grande, sob todas as luzes que tanto clareiam a noite. E fiz o meu pedido...
Só quando o dia amanheceu, e cedo por sinal, me dei conta do meu pensamento da noite anterior. Apesar da inegável mudança física, ao abrir os olhos, novamente vi o menino lá; e percebi que ele estivera encoberto talvez pela tensão da noite anterior. Era impossível não ceder à tentação de passar a mão em seu rosto ou seus cabelos. E novamente fui pega de guarda baixa ao ver o gatinho que se esgueirava pelos cantos. E meu coração palpitou...
